365 dias de caminhada.

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Há exatamente um ano atrás eu comecei meu relacionamento com Deus. Recebi discipulado, me batizei, e disse adeus para a Débora para assim poder viver o que Deus tinha preparado para mim. Os primeiros meses são bem difíceis. É aquele período de limpeza da sua vida, as velhas coisas, os velhos hábitos, as velhas amizades… tudo que é velho fica para trás, para assim podermos nos revertir da nova criatura. Pode parecer pouco, mas dou graças a Deus todos os dias por estar firme até aqui. O primeiro ano é basicamente uma preparação para os que estão por vir. Procuramos trabalhar na nossa vida para depois discipular outras. Pude crescer muito de lá para cá, amadureci em várias áreas de minha vida, e pude ver uma transformação radical na minha mente, como diz em Romanos 12:2. E me sinto exatamente como Paulo: O que, para mim, era lucro, isto considerei perca por causa de Cristo. (Fp 3:7) As coisas que eu gostava a um ano e alguns meses atrás hoje não tem o menor valor para mim. ”…Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Fp 3:13-14)

Todos os dias eu busco forças no meu tripé: Oração, leitura e comunhão. Sem isso, nenhum cristão vai para a frente. A geração cristã de hoje regride por conta disso: Tem Bíblia mas não lê, não ora, não busca comunhão com os irmãos em Cristo. Acha que é só se batizar e pronto, volta a ser um escravo do pecado. Não, não somos salvos pelas obras, mas as obras são pela salvação, as obras são consequencias da nossa perseveração.

Vivi 13 anos sem Cristo, mas não quero viver mais nenhum longe da Sua presença. Quando não conhecemos a Verdade, achamos loucura (1Co 1:18), mas quando passamos a buscar a Deus de todo o nosso coração, e O encontramos (Jr 29:13), então passamos a conhecer um pouco do Seu imenso amor, a sua incompreensível graça que nos preenche, a Sua presença constante que nos faz querer voar como pássaros ao encontro do ninho.

Passamos a enchergar o mundo como um lugar que não é nosso, percebemos que estamos aqui apenas de viagem, como missionários, nosso alvo é Cristo e nossa meta é fazer com que vidas sejam entregues a Ele. Por essa razão, não podemos nos apegar as coisas que aqui ficarão quando na glória subirmos para perto do Pai, e formos para o nosso único e verdadeiro lar. Como Paulo, devemos ver a vida cristã como um campeonato, uma corrida: Temos todos o mesmo alvo, e a mesma estrada pela frente, se não nos alimentarmos bem (tripé) ficaremos fracos e não conseguiremos terminar a corrida, mas quanto mais alimentados, mais fortes iremos ficar. Deus apenas nos pede para que sigamos as regras da corrida, que façamos a Sua vontade, pois nem todo aquele que O chama de Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas aquele que busca fazer a vontade do Seu Pai, que está nos céus. 

A caminhada é longa? é. Vai ter momentos em que vamos querer desistir? Muitos. Mas vai valer a pena, vai valer a pena quando perguntarem o nosso nome, e o vermos escrito no Livro da Vida. Pois essa é a promessa de Deus para todo aquele que crê!
Soli Deo Glória!

Débora Amaro. deb1

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