O amor que excede entendimento

Hoje eu quero falar de amor. Não do nosso amor carnal, humano e falho, mas do Amor divino, celestial, perfeito.

Que provou esse amor nos dando vida, e vida em abundância. Que preferiu despir-se da glória e descer para cá, pisar no mesmo chão que pisamos, respirar o mesmo ar que respiramos. Vestir o que vestimos, comer o que comemos. Mesmo sendo Rei, viveu como servo.

Viveu entre nós para para nos conhecer, sentir o que sentimos, passar o que passamos, e nos ensinar o caminho que leva a vida. Ele teve sede, poderia bem ter usado da sua glória e poder e criar um riacho a sua frente, mas não o fez, por que era um de nós. Poderia ter escolhido nascer no luxo, mas nasceu em uma manjedoura, simples e suja. Poderia ter morado nas melhores casas, mas preferiu a simplicidade. Poderia ter nascido em um berço de ouro, mas preferiu o lar de um carpinteiro.

Não olhava para as pessoas como olhamos, olhava para o íntimo. Amava não com palavras, mas com atitudes. Não negava ajuda, e seu prazer estava em trazer cura, paz, e preencher o vazio das almas. Ele preferiu amar até os que cuspiam em seu rosto, ao invés de odiá-los. E dar salvação aos pecadores, ao invés de condenação. Que convidou um ladrão para entrar no paraíso, por que se arrependeu e o reconheceu como Senhor e Salvador.

Mesmo sendo Rei, não o quis ser reconhecido como um. Não agiu como um. Não se vestiu como um. Não viveu como um.

Mesmo com toda a dor dos pregos, chibatadas, cortes, mesmo com toda a angustia da cruz Ele suportou. Suportou até o fim. Suportou a morte, e morte de cruz. Mas por quê? por quem?

Por pecadores, miseráveis, falheis como nós. Talvez alguém morreria por uma boa pessoa, mas por uma ruim? O que há de bom em nós que Deus queira investir? O que eu, falha, minúscula como sou, posso oferecer para um Deus perfeito, cheio de Glória, onipotente, onipresente, e onisciente? Eu não sei, mas Ele escolheu morrer por mim. Escolheu investir e acreditar em mim.

Por que? Por que me ama. Por que nos ama. Por que quer nos dá vida, aliás, Ele é a própria vida. E quando reconhecemos tudo o que fez, e continua fazendo por nós, também escolhemos amá-lo, e O amamos por que Ele nos amou primeiro.

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Nós falamos muito de amor, mas ainda não aprendemos a amar. Precisamos olhar todos os dias para o exemplo de Cristo, para a sua forma de amar, para aí sim, entendermos a plenitude do seu amor e colocarmos em prática com o próximo.

Tendo compreensão de todo esse amor que vem de Deus, como não amá-lo também? Se Ele morreu por nós, vivamos com Ele, por Ele e para Ele.

Soli Deo Glória!

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